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Econômica
Produtos com valor agregado que fortalecem a economia local e regional.
Selo Basalto da Serra
Diante de uma demanda mundial crescente por materiais de origem sustentável, o setor criou uma marca própria: o selo que certifica que o basalto foi extraído de área licenciada ambientalmente e registrada na ANM.
Quatro pilares
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Produtos com valor agregado que fortalecem a economia local e regional.
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Extração consciente, legalizada, com licenciamento ambiental e registro na ANM, respeito à natureza e mitigação e compensação dos danos.
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Geração de emprego digno e criação de centros profissionalizantes para novos basalteiros.
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Complemento à saúde dos operários e envolvidos, uso de equipamentos de proteção individual e condições dignas de trabalho.
Paisagem e recuperação
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), prevista na Constituição de 1988 e regulada pela Lei nº 13.540/2017, é o retorno financeiro pago pelas mineradoras à União, aos Estados e aos municípios pela exploração dos recursos minerais.
No Distrito Mineiro de Nova Prata, a arrecadação de CFEM sobre basalto soma-se à de Paraí, ambas concentradas quase inteiramente nesta única substância. O Sindicato defende junto às instâncias públicas maior transparência sobre a destinação do recurso, hoje aplicado majoritariamente em saúde, educação, meio ambiente e infraestrutura dos municípios produtores.
| Município produtor | 60% |
| Estado produtor | 15% |
| Municípios afetados sem produção | 15% |
| Entidade reguladora do setor mineral | 7% |
| Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) | 1,8% |
| Fundo Nacional de Desenv. Científico (FNDCT) | 1% |
| Ibama | 0,2% |
Plano de ação
Formação
Elaboração de cursos para operação de pedreiras, sob responsabilidade do SINCOPBAS.
Ambiental
Ação contínua da equipe técnica do APL Basalto da Serra sobre licenciamento e recuperação de áreas.
Marca
Registro formal da marca de selo sustentável dos produtos de basalto, responsabilidade do APL.
Cultura e ofício
Iniciativa do APL Basalto da Serra para difundir técnicas de mosaico e arte em basalto.
Fragilidades: defasagem de máquinas e tecnologias, descapitalização das empresas, marketing e gestão de marca praticamente inexistentes, informalidade na produção, baixa integração entre empresas e escassez de mão de obra qualificada.
Potencialidades: produto não perecível, diversidade e qualidade, tradição e experiência de quase cem anos, estrutura fabril já instalada e mercado local favorável.
Ameaças: concorrência de outros estados e países, elevada carga tributária, informalidade na gestão e falta de cooperação entre empresas do setor.
Oportunidades: polo exportador e logística, crescimento do mercado interno, integração com o turismo mineral, estruturação da Indicação Geográfica do basalto e reconhecimento do talhe como Patrimônio Imaterial do Rio Grande do Sul.
Perguntas frequentes
É a marca criada pelo Sindicato para certificar que o basalto extraído provém de área licenciada ambientalmente e registrada na ANM, cumprindo os quatro pilares econômico, ambiental, social e de saúde.
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral é o tributo pago pelas mineradoras. Pela Lei nº 13.540/2017, 60 por cento vão para o município produtor, 15 por cento para o Estado, 15 por cento para municípios afetados sem produção e o restante para órgãos federais como Cetem, FNDCT e Ibama.
Sim. As pedreiras associadas ao Sindicato precisam de licenciamento ambiental e registro junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) para receber o selo de produto sustentável do APL.